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Neither/Nor. Deception and Secrecy in Either/Or

Ni lo uno ni lo otro. Engaño y secreto en O lo uno o lo otro

Nem um nem outro. Engano e segredo em Ou-ou

dc.creatorParcero Oubiña, Oscar
dc.date2026-05-19
dc.date.accessioned2026-06-30T15:14:15Z
dc.date.available2026-06-30T15:14:15Z
dc.identifierhttp://revistas.um.edu.uy/index.php/revistahumanidades/article/view/1939
dc.identifier10.25185/19.14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.12806/2840
dc.descriptionIn 1843, Kierkegaard published Either/Or, under the pseudonym Victor Eremita, who is credited as the editor. Years later, Kierkegaard would claim this work, not only as his own creation but as the beginning of what he would later describe as his «work as an author.» Central to this activity is the doctrine of the stages, which is foreshadowed in Either/Or, where the aesthetic and the ethical are juxtaposed, both in relation to a religiosity that is repeatedly referenced and which openly concludes the text. However, Either/Or opens with a preface that warns us of a «deception» that fully shapes the work. Through this deception, the reader is kept in the dark about a «secret» that we must recognize as the fundamental subject of the work. This secret is none other than the religious, though in a sense distinct from how it is expressed in the text itself. This leads to a reformulation of the relationship between the aesthetic, the ethical, and the religious, which must be uncovered through the literary play carried out in this first work of Kierkegaard’s production.en-US
dc.descriptionEn 1843 Kierkegaard publica O lo uno o lo otro, firmada por Victor Eremita, como editor. Años después, ya de manera autógrafa, esta obra será reclamada por Kierkegaard no solo como producción propia, sino como el inicio de lo que denominará su «actividad de escritor». En esta jugará un papel importante la doctrina de los estadios, prefigurada en la misma O lo uno o lo otro en tanto que aquí se contraponen lo estético y lo ético, en relación con una religiosidad que es reiteradamente referida y que abiertamente culmina el texto. No obstante, O lo uno o lo otro se abre con un prólogo donde se nos advierte de la presencia de un «engaño» que la determina enteramente. Por medio de este engaño se le oculta al lector un «secreto» que tiene que reconocerse como el objeto fundamental de la obra. Y este no es sino lo religioso, aunque en un sentido distinto al que se expresa en la propia obra. Todo ello da lugar una reformulación de la relación entre lo estético, lo ético y lo religioso, que será necesario desocultar en el juego literario llevado a cabo en esta primera obra de la producción kierkegaardiana.es-ES
dc.descriptionEm 1843, Kierkegaard publica Ou-ou, assinada por Victor Eremita, como editor. Anos depois, já de forma autógrafa, esta obra será reivindicada por Kierkegaard não apenas como sua produção própria, mas como o início do que ele denominará sua «atividade de escritor». Nessa atividade, desempenhará um papel importante a doutrina dos estádios, prefigurada na própria Ou-ou, na medida em que nela se contrapõem o estético e o ético, em relação a uma religiosidade que é reiteradamente mencionada e que abertamente culmina o texto. No entanto, Ou-ou começa com um prólogo onde se nos adverte sobre a presença de um «engano» que a determina inteiramente. Por meio desse engano, é ocultado ao leitor um «segredo» que teremos que reconhecer como o objeto fundamental da obra. E esse segredo nada mais é do que o religioso, embora em um sentido distinto daquele expresso na própria obra. Tudo isso dá lugar a uma reformulação da relação entre o estético, o ético e o religioso, que será necessário desocultar no jogo literário levado a cabo nesta primeira obra da produção kierkegaardiana.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.formattext/html
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad de Montevideo. Facultad de Humanidades y Educaciónes-ES
dc.relationhttp://revistas.um.edu.uy/index.php/revistahumanidades/article/view/1939/2119
dc.relationhttp://revistas.um.edu.uy/index.php/revistahumanidades/article/view/1939/2120
dc.rightshttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0es-ES
dc.sourceHumanidades: revista de la Universidad de Montevideo; No. 19 (2026): The breaking point. 180 years on from the turning point in Søren Kierkegaard's work; e1914en-US
dc.sourceHumanidades: revista de la Universidad de Montevideo; Núm. 19 (2026): El punto de quiebre. A 180 años del giro en la obra de Søren Kierkegaard; e1914es-ES
dc.sourceHumanidades: revista de la Universidad de Montevideo; n. 19 (2026): O ponto de rutura. 180 anos depois do ponto de viragem na obra de Søren Kierkegaard; e1914pt-BR
dc.source2301-1629
dc.source1510-5024
dc.source10.25185/v.19
dc.subjectKierkegaardes-ES
dc.subjectironíaes-ES
dc.subjectestadios de la existenciaes-ES
dc.subjectreligiosidades-ES
dc.subjectsecretoes-ES
dc.subjectengañoes-ES
dc.subjectKierkegaarden-US
dc.subjectironyen-US
dc.subjectstages of existenceen-US
dc.subjectreligiousnessen-US
dc.subjectsecrecyen-US
dc.subjectdeceptionen-US
dc.subjectKierkegaardpt-BR
dc.subjectironiapt-BR
dc.subjectestádios da existênciapt-BR
dc.subjectreligiosidadept-BR
dc.subjectsegredopt-BR
dc.subjectenganopt-BR
dc.titleNeither/Nor. Deception and Secrecy in Either/Oren-US
dc.titleNi lo uno ni lo otro. Engaño y secreto en O lo uno o lo otroes-ES
dc.titleNem um nem outro. Engano e segredo em Ou-oupt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typePeer reviewed article.en-US
dc.typeArtículo evaluado por pares.es-ES
dc.typeArtigo revisto pelos pares.pt-BR

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