Arbitraje societario: entre reformas proyectadas, soluciones y nuevas interrogantes
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Revista de Derecho; Vol. 21 Núm. 41 (2022); 15-32
Editor
Universidad de Montevideo. Facultad de Derecho
Notas
With a draft bill of the Uruguayan Business Companies Act, which is likely to become positive law, many of the demands and needs of the different operators that are part of the business world see a light at the end of the road, putting Uruguay on the map of countries that have advanced corporate legislation.Thus, the principle of party autonomy takes on a preponderant role and is presented as a solution to multiple debates that have unsettled national scholars regarding the admissibility of different legal aspects.In this opportunity, we analyze the admissibility of corporate disputes arbitration, expressly provided for in article 18 of the draft reform bill. To this end, we propose to the reader a brief review of its main characteristics, the debate regarding its admissibility under Law No. 16,060 in the absence of an express provision, the implications of its inclusion in Law No. 19,820 for Simplified Joint Stock Companies (SAS) and a look at the main theoretical and practical repercussions that its enactment may entail for the rest of the corporate types provided for in Uruguayan law.

Con una proyectada reforma a la Ley Uruguaya de Sociedades Comerciales, pasible de volverse derecho positivo vigente, muchas de las exigencias y necesidades de los distintos operadores que conforman el mundo de los negocios ven una luz al final del camino, poniendo a Uruguay en el mapa de los países que cuentan con una legislación societaria de avanzada.Así, la autonomía de la voluntad cobra un rol preponderante y se presenta como una solución a múltiples debates que han desvelado a la doctrina nacional respecto a la admisibilidad de múltiples institutos.En esta oportunidad, analizamos la procedencia del arbitraje societario, previsto a texto expreso en el artículo 18 del anteproyecto de reforma. Para eso, proponemos al lector una breve reseña de las principales características del instituto, el debate respecto a su admisibilidad en la Ley Nro. 16.060 ante la falta de previsión expresa, las implicancias de su previsión en la Ley Nro. 19.820 para las SAS y una mirada sobre las principales repercusiones teóricas y prácticas que supondría su consagración como instituto legislado para el resto de las formas societarias previstas en el derecho uruguayo.

Com uma reforma projetada da Lei Uruguaia de Sociedades Comerciais, passível de se tornar Direito positivo vigente, muitas das exigências e necessidades dos diferentes operadores que conformam o mundo dos negócios vêem uma luz ao final do caminho, colocando o Uruguai no mapa dos países que contam com uma legislação societária de avançada.Assim, a autonomia da vontade assume um papel preponderante e apresenta-se como uma solução para múltiplos debates que têm revelado a doutrina nacional a respeito da admissibilidade de múltiplos institutos.Nesta oportunidade, analisamos a procedência da arbitragem empresarial, prevista expressamente no artigo 18º do anteprojeto de reforma. Para isso, propomos ao leitor uma breve resenha das principais características do instituto, o debate sobre sua admissibilidade na Lei Nro. 16.060 ante a falta de previsão expressa, as implicações de sua previsão na Lei Nro. 19.820 para as SAS e um olhar sobre as principais repercussões teóricas e práticas que implicariam a sua consagração como um instituto legislado para o resto das formas societárias previstas na lei uruguaia.
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