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<title>Facultad de Derecho</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12806/436</link>
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<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:35:51 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-08-25T11:35:51Z</dc:date>
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<title>Facultad de Derecho</title>
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<title>The Uruguayan Constitution as a Majoritarian and Accessible Norm. The “Living” Constituent Power and the Configuration of a Weak Model of Constitutionalism</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12806/3464</link>
<description>The Uruguayan Constitution as a Majoritarian and Accessible Norm. The “Living” Constituent Power and the Configuration of a Weak Model of Constitutionalism; La Constitución uruguaya como norma mayoritaria y asequible. El constituyente “vivo” y la configuración de un modelo débil de constitucionalismo; A Constituição uruguaia como norma majoritária e acessível. O constituinte “vivo” e a configuração de um modelo fraco de constitucionalismo
This paper argues that the Uruguayan Constitution establishes a weak model of constitutionalism, characterized by an interpretive dialogue among different institutional actors and by a conception of citizenship as a relevant spokesperson for constitutional meaning. The constitutional amendment procedures set forth in paragraphs A and B of Article 331 of the Constitution — based on accessible initiation mechanisms and direct majoritarian decision-making — are decisive in shaping a “living” constituent power, capable of effectively responding to judicial decisions that advance constitutional interpretations not shared by the citizenry. The aforementioned features of the derived constituent power, together with the characteristics of the constitutional review mechanism provided for in Articles 256 et seq. of the Constitution, prevent the constitutional design as a whole from being understood as counter-majoritarian. Instead, they define a model grounded in interpretive dialogue, with a pronounced majoritarian dimension, and active citizenship. From the perspective proposed herein, the paper warns, on the one hand, against the risks of decontextualized doctrinal transplants and, on the other, highlights the difficulties in reconciling a weak model of constitutionalism — such as the Uruguayan one — with a strong and interpretively final conventionalism, such as that judicially advanced by the Inter-American Court of Human Rights.; Se argumenta que la Constitución uruguaya instituye un modelo débil de constitucionalismo, caracterizado por un diálogo interpretativo entre diferentes agentes institucionales, y que concibe a la ciudadanía como un portavoz relevante del sentido constitucional.&amp;nbsp; Los procedimientos de reforma previstos en los literales A y B del artículo 331 de la Constitución, de promoción asequible y decisión mayoritaria directa, son determinantes de un constituyente “vivo”, que puede efectivamente pronunciarse e incluso actuar en respuesta ante sentencias que realizan una interpretación constitucional no compartida. Las características mencionadas del poder constituyente derivado y las notas del mecanismo de control de constitucionalidad de las leyes previsto en los artículos 256 y siguientes de la Constitución, impiden considerar al diseño en su conjunto como uno contramayoritario y, en su lugar, son definitorias de un modelo de diálogo interpretativo, con considerable impronta mayoritaria y de ciudadanía. Bajo la mirada propuesta, por un lado, se advierte sobre el riesgo de realizar importaciones doctrinarias descontextualizadas y, por el otro, se expone la dificultad de conciliación entre un modelo de constitucionalismo débil -como el uruguayo- y un convencionalismo fuerte y de clausura interpretativa -como el propiciado pretorianamente por la Corte Interamericana de Derechos Humanos-.; Se sustenta que a Constituição uruguaia institui um modelo débil de constitucionalismo, caracterizado por um diálogo interpretativo entre diferentes agentes institucionais e por uma concepção da cidadania como porta-voz relevante do sentido constitucional. Os procedimentos de reforma previstos nas alíneas A e B do artigo 331 da Constituição, de promoção acessível e decisão majoritária direta, são determinantes de um poder constituinte “vivo”, capaz de efetivamente se pronunciar e atuar em resposta a decisões judiciais que realizem uma interpretação constitucional não compartilhada pela cidadania. As características mencionadas do poder constituinte derivado e os traços do mecanismo de controle de constitucionalidade das leis previsto nos artigos 256 e seguintes da Constituição impedem que o desenho institucional, em seu conjunto, seja considerado contramajoritário. Ao contrário, tais elementos definem um modelo de diálogo interpretativo, com significativa marca majoritária e centrado na cidadania. Sob a perspectiva proposta, adverte-se, por um lado, para o risco de importações doutrinárias descontextualizadas e, por outro, expõe-se a dificuldade de conciliação entre um modelo débil de constitucionalismo — como o uruguaio — e um convencionalismo forte e de encerramento interpretativo, tal como o promovido pretorianamente pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
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<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12806/3464</guid>
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<title>Civil liability of influencers under uruguayan law</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12806/3463</link>
<description>Civil liability of influencers under uruguayan law; Responsabilidad civil del influencer en el derecho uruguayo; Responsabilidade civil do influenciador no direito uruguaiano
This paper analyzes the civil liability of influencers under Uruguayan law for damages they may cause to consumers through the promotion of products or services on social media. Given the absence of specific regulations governing this activity in the Uruguayan legal system, the paper examines how it is addressed in comparative law (Spain, France, and Italy); the duties of disclosure, accuracy, and transparency required of them under Law No. 17.250; the applicable attribution factor; the causal link between their conduct and the harm; as well as the potential liability of the trademark owner, representative, or licensee for the influencer’s actions. Finally, it is argued that the influencer’s liability is governed by the rules of extracontractual civil liability (Article 1319 of the Civil Code) and, in principle, is based on a subjective attribution factor.; El presente trabajo analiza la responsabilidad civil del influencer en el Derecho uruguayo frente a los daños que pueda ocasionar a los consumidores con motivo de la promoción de productos o servicios a través de redes sociales. Partiendo de la inexistencia de una regulación específica de esta actividad en nuestro ordenamiento uruguayo, se examina su tratamiento en el derecho comparado (España, Francia e Italia); los deberes de información, veracidad y transparencia que le resultan exigibles conforme a la Ley N.° 17.250, el factor de atribución aplicable, la relación causal entre su conducta y el daño, así como la eventual responsabilidad del titular, representante o licenciatario de la marca por los hechos del influencer. Finalmente, se sostiene que la responsabilidad del influencer se rige por las normas de la responsabilidad civil extracontractual (artículo 1319 del Código Civil) y, en principio, se fundamenta en un factor de atribución subjetivo.; O presente trabalho analisa a responsabilidade civil do influenciador no Direito uruguaio diante dos danos que possa causar aos consumidores em decorrência da promoção de produtos ou serviços por meio das redes sociais. Partindo da inexistência de uma regulamentação específica para essa atividade em nosso ordenamento jurídico uruguaio, examina-se seu tratamento no direito comparado (Espanha, França e Itália); os deveres de informação, veracidade e transparência que lhe são exigíveis nos termos da Lei nº 17.250, o fator de atribuição aplicável, a relação causal entre sua conduta e o dano, bem como a eventual responsabilidade do titular, representante ou licenciado da marca pelos atos do influenciador. Por fim, sustenta-se que a responsabilidade do influenciador é regida pelas normas da responsabilidade civil extracontratual (artigo 1319 do Código Civil) e, em princípio, baseia-se em um fator de atribuição subjetivo.
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<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12806/3463</guid>
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<title>Book review: by Jorge Peirano Facio, 3rd edition, updated ‘La cláusula penal’ by Elías Mantero Mauri, Aparicio Howard and Alfredo Frigerio, Fundación de Cultura Universitaria, Montevideo, 2026.</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12806/3465</link>
<description>Book review: by Jorge Peirano Facio, 3rd edition, updated ‘La cláusula penal’ by Elías Mantero Mauri, Aparicio Howard and Alfredo Frigerio, Fundación de Cultura Universitaria, Montevideo, 2026.; Reseña del libro: de Jorge Peirano Facio, 3era edición, actualizada “La cláusula penal” por Elías Mantero Mauri, Aparicio Howard y Alfredo Frigerio, Fundación de Cultura Universitaria, Montevideo, 2026.; Resenha do livro: de Jorge Peirano Facio, 3.ª edição, atualizada «La cláusula penal», por Elías Mantero Mauri, Aparicio Howard e Alfredo Frigerio, Fundación de Cultura Universitaria, Montevideo, 2026.
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<title>Editor’s note. It’s not a matter of luck</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12806/3462</link>
<description>Editor’s note. It’s not a matter of luck; Nota editorial. No es cuestión de suerte; Nota editorial. Não é uma questão de sorte
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